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terça-feira, 22 de julho de 2025 às 12:10 GMT+0

Pix sob ataque: Brasileiros se unem em defesa ao sistema de pagamentos 'amado' contra críticas de Trump

O sistema de pagamentos instantâneos Pix, criado pelo Banco Central do Brasil em 2020, tornou-se um fenômeno nacional, integrando milhões de pessoas ao sistema financeiro e revolucionando transações no país. No entanto, recentemente, o Pix ganhou destaque internacional após ser alvo de críticas do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que o acusou de práticas comerciais desleais. O jornal britânico Financial Times destacou, em uma reportagem publicada em 21/07, como os brasileiros estão se unindo para defender o sistema, considerado "universalmente amado".

O pix como símbolo de inclusão e inovação financeira

  • Popularização: O Pix é utilizado por todas as classes sociais, desde moradores de favelas até bilionários, sendo responsável por incluir mais de 70 milhões de brasileiros no sistema bancário.
  • Praticidade: Permite transferências instantâneas e gratuitas, usando apenas um celular, com opções como QR Code, CPF, e-mail ou número de telefone.
  • Custo-benefício: Com taxas médias de 0,22% para comerciantes (contra 1% a 2% de cartões), o sistema se tornou preferencial no comércio.

As críticas de Trump e a reação brasileira

  • Contexto político: Trump, em medidas comerciais contra o Brasil, incluiu o Pix em uma investigação sobre "práticas desleais", além de propor tarifas de 50% sobre exportações brasileiras aos EUA.
  • Defesa do governo: O presidente Lula declarou que o Pix é "patrimônio do povo brasileiro", enquanto o governo lançou a campanha "PIXéNosso, My Friend", sugerindo que as críticas são motivadas por "inveja".
  • União nacional: O Financial Times ressaltou o raro consenso entre brasileiros em defesa do sistema, visto como uma conquista nacional.

Controvérsias e desafios

  • Críticas de empresas: Grandes players financeiros, como a Mastercard, alegam conflito de interesses do Banco Central por operar e regular o Pix simultaneamente. A Meta (controladora do WhatsApp) também estaria preocupada com a concorrência a seu sistema de pagamentos.
  • Debate sobre soberania: Analistas apontam que o embate reflete tensões geopolíticas, com os EUA questionando modelos estatais de inovação financeira.

O Pix transcendeu sua função como ferramenta financeira para se tornar um símbolo de orgulho nacional, representando inclusão, eficiência e soberania tecnológica. A defesa unânime dos brasileiros, desde autoridades até cidadãos comuns, evidencia o sucesso do sistema diante de um contexto globalizado e competitivo. Enquanto desafios regulatórios e pressões internacionais persistem, o caso reforça a importância de políticas públicas inovadoras e a resistência a interferências externas em modelos que beneficiam a população.

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