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segunda-feira, 8 de janeiro de 2024 às 11:54 GMT+0

Alerta à saúde: Os perigos do 'Chip da Beleza' - Entidades médicas exigem ação regulatória urgente da Anvisa

A busca incessante por padrões estéticos levou à popularização do "chip da beleza", um implante hormonal subcutâneo. Larissa, uma esteticista, experimentou seus efeitos em busca da perda de peso e aumento muscular, mas enfrentou consequências adversas.

Importância do "Chip da Beleza":

  • Promove perda de peso, combate ao envelhecimento, diminuição da gordura corporal, aumento da libido e massa muscular.
  • Implantado em minutos, disponível em absorvíveis e não absorvíveis.

Riscos e Controvérsias:

  • Contêm substâncias variadas, incluindo hormônios, anabolizantes e inibidores de apetite.
  • Falta de regulamentação e aprovação da Anvisa gera preocupações entre médicos.

Problemas de Saúde Pública:

  • Manipulação em farmácias sem bula e informações adequadas.
  • Efeitos colaterais graves, de irritações na pele a complicações cardíacas, hepáticas e renais.
  • Uso indiscriminado é considerado um problema de saúde pública grave.

Apelo das Entidades Médicas:

  • Sete entidades médicas assinaram uma carta aberta à Anvisa pedindo fiscalização.
  • Ausência de respaldo ético e científico na comercialização desses implantes.
  • Enfatizam a proibição da venda e uso desses implantes com foco estético.

Ações Recomendadas:

  • Necessidade de regulamentação urgente pela Anvisa.
  • Médicos e farmacêuticos devem ser responsabilizados pelos efeitos colaterais.
  • Destaque para a falta de estudos e pesquisas sobre os efeitos no corpo humano.

A Resposta da Anvisa:

  • Anvisa adota medidas para mitigar riscos, monitorando farmácias e anúncios online.
  • Ausência de evidências técnicas e científicas para o uso de gestrinona em emagrecimento.
  • Avaliação técnica em curso sobre pedidos das entidades médicas.

O "chip da beleza" representa uma busca perigosa por padrões estéticos, com riscos à saúde que vão além de simples efeitos colaterais. A falta de regulamentação e aprovação da Anvisa levou entidades médicas a exigirem uma ação imediata para proteger a população. A necessidade de responsabilização dos profissionais e a ênfase na segurança e eficácia são fundamentais para mitigar os perigos associados a esses implantes estéticos.

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