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terça-feira, 21 de maio de 2024 às 11:35 GMT+0

Estudo aponta inviabilidade da política fiscal de Lula a partir de 2026

Um estudo recente publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou preocupações significativas sobre a viabilidade da política fiscal do governo Lula a partir de 2026. O estudo destaca problemas estruturais e limitações orçamentárias que podem comprometer a sustentabilidade econômica do país. A seguir, apresentamos os principais pontos do estudo, sua importância e relevância.

Principais Pontos do Estudo

Projeção de Déficit:

  • O estudo projeta um déficit fiscal crescente, que pode ultrapassar os limites definidos pela regra do teto de gastos.
  • A política fiscal atual está centrada em um aumento dos gastos públicos, sem uma correspondente elevação da receita.

Crescimento da Dívida Pública:

  • A dívida pública está em trajetória ascendente, com estimativas de que ultrapasse 100% do PIB até 2026.
  • O aumento contínuo da dívida pode levar a uma perda de confiança dos investidores e um aumento dos juros da dívida.

Sustentabilidade das Despesas:

  • O crescimento das despesas obrigatórias, como previdência e saúde, está pressionando o orçamento.
  • Reformas estruturais são necessárias para conter esse aumento e garantir sustentabilidade fiscal a longo prazo.

Reformas Econômicas:

  • O estudo sugere que sem reformas fiscais e tributárias, a capacidade do governo de manter investimentos essenciais será comprometida.
  • Reformas propostas incluem ajustes na previdência e revisão das renúncias fiscais.

Impactos no Crescimento Econômico:

  • A inviabilidade fiscal pode afetar negativamente o crescimento econômico e a geração de empregos.
  • Investimentos em infraestrutura e programas sociais podem ser reduzidos devido à restrição orçamentária.

O estudo do Ipea alerta para a necessidade urgente de reformas estruturais na política fiscal do governo Lula para evitar uma crise econômica a partir de 2026. A sustentabilidade fiscal é crucial para manter a confiança dos investidores, controlar o crescimento da dívida pública e assegurar a continuidade dos investimentos em áreas essenciais. Sem essas reformas, o país pode enfrentar sérios desafios econômicos, afetando o crescimento e a estabilidade a longo prazo.

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