De E.T. a Dia D: A cronologia dos filmes de alienígenas de Spielberg
A trajetória de Steven Spielberg é marcada por uma obsessão fascinante: o céu. Para o diretor, os alienígenas não são apenas personagens de ficção, mas ferramentas para explorar a solidão, o medo e a esperança da humanidade. Com a chegada de Dia D (Disclosure Day), seu novo épico que estreia nos cinemas brasileiros em 11 de junho de 2026, sua filmografia sobre o tema se consolida como o guia definitivo para quem deseja entender o nosso lugar no universo.
Abaixo, apresentamos a cronologia das incursões de Spielberg na vida extraterrestre como diretor, com detalhes sobre onde encontrá-las.
Filmografia alienígena de Steven Spielberg
1. Firelight (1964)
- Este foi o primeiro longa-metragem de Spielberg, realizado de forma independente quando ele tinha apenas 17 anos. A trama já mostrava sua inclinação para o mistério, narrando a investigação de luzes estranhas no céu que resultam no desaparecimento de pessoas em uma pequena cidade.
- Onde assistir: Atualmente, este filme é considerado uma raridade histórica e não está disponível em plataformas de streaming comerciais, com apenas alguns fragmentos preservados em arquivos de fãs e museus de cinema.
2. Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977)
- Um marco da ficção científica que trocou a agressividade dos filmes B dos anos 50 por uma visão de maravilhamento e comunicação. O filme foca na obsessão de um homem comum que, após ver um OVNI, sente-se impelido a encontrar um local secreto para o primeiro contato oficial entre humanos e alienígenas.
- Onde assistir: Disponível para streaming na Netflix e para aluguel ou compra no Apple TV e Google Play.
3. E.T. – O Extraterrestre (1982)
- Talvez o filme mais icônico da carreira do diretor. Aqui, o alienígena deixa de ser uma ameaça ou um conceito científico para se tornar o melhor amigo de uma criança solitária. A obra explora a empatia e o luto, tornando-se um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos.
- Onde assistir: Disponível no Prime Video e Globoplay (via Telecine). Também pode ser alugado no YouTube e Apple TV.
4. I.A. Inteligência Artificial (2001)
- Embora o foco central seja a inteligência artificial, o ato final do filme apresenta seres altamente evoluídos que descendem de nossa tecnologia, mas que possuem uma estética e comportamento puramente extraterrestres. É uma reflexão melancólica sobre o tempo e a consciência.
- Onde assistir: Disponível no catálogo do Paramount+ e para aluguel na Microsoft Store e Apple TV.
5. Guerra dos Mundos (2005)
- Spielberg subverte sua própria tradição de "aliens amigáveis" para entregar um filme de terror em escala global. Baseado na obra de H.G. Wells, o longa mostra uma invasão impiedosa e visceral, focada no desespero de um pai para proteger seus filhos em meio ao caos.
- Onde assistir: Disponível na Netflix e no Paramount+.
6. Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008)
- Este capítulo da franquia Indiana Jones divide opiniões ao introduzir seres interdimensionais na mitologia do arqueólogo. Spielberg utilizou o conceito para homenagear os filmes de ficção científica da década de 50, época em que a trama se passa.
- Onde assistir: Disponível no Disney+ e Paramount+.
7. Dia D (Disclosure Day - 2026)
- O mais novo projeto do diretor marca seu retorno triunfal ao tema dos OVNIs. Com Emily Blunt e Josh O’Connor no elenco, o filme trata da revelação pública de que a vida extraterrestre já convive com a humanidade há muito tempo, gerando um impacto geopolítico e social sem precedentes.
- Onde assistir: Estreia exclusiva nos cinemas em 11 de junho de 2026.
O impacto além da cadeira de diretor
- Para além dos filmes que dirigiu, Spielberg foi o arquiteto de outras obras fundamentais como produtor. Títulos como a minissérie Taken (2002), que explora décadas de abduções, e o filme Super 8 (2011), dirigido por J.J. Abrams sob sua mentoria, reforçam como o tema dos visitantes espaciais é o fio condutor de seu legado.
Steven Spielberg construiu uma ponte entre o cinema e o cosmos, ensinando o público a olhar para o céu com curiosidade em vez de medo — ou, quando necessário, com um terror muito bem fundamentado. De Contatos Imediatos ao aguardado Dia D, sua obra permanece como o registro mais sensível e visualmente arrebatador da nossa busca por não estarmos sozinhos.
